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06
Nov14

Vendem

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Vendem-se Meninas Sírias Rodízio, 30/12/13 Por que razão gastam milhões a festejarem as passagens de ano? Brindam aos atentados no Iraque, no Afeganistão, na Rússia, ou em m qualquer outro local ? Festejam a venda de meninas sírias, de doze, catorze ou quinze anos, a velhos de sessenta, setenta ou oitenta anos, que poderiam ser seus avós? As quais encaram o sacrifício como um desígnio de Deus, porque os pais e os irmãos precisam dos quatro mil euros. Quem é que condena estes pais que, num campo de refugiados, desesperados, só lhes resta a virgindade das crianças? Condenem, antes, os abutres jordanos, sauditas, ou de qualquer outra nacionalidade, que se aproveitam da aflição dos que se viram no meio de um guerra civil, sustentada por russos e americanos, por causa do petróleo, como fizeram em Angola, e em tantos outros países, para abusarem de crianças, por uns dias ou meses, porque o fim é satisfazerem os ímpetos sexuais de animais irracionais, aproveitando para as maltratarem, uma vez que elas não correspondem ao que eles imaginaram. Em breve os russos vão explorar o petróleo sírio, para roubarem o que resta de um país destruído, sem se preocuparem com os mortos, refugiados, estropiados, que tempos difíceis, o Mundo atravessa! Mas, não terá sido sempre assim, não fizemos o mesmo há quinhentos anos? Também nós aproveitámos a religião para desbaratar, pilhar, matar povos indefesos. Como veem não nos faltam motivos para brindarmos, ao velho e ao novo ano, gastando muitas toneladas de fogo de artifício, para melhor iluminarmos os nossos crimes, apagando-o com muitos litros de champanhe, vinho ou cerveja. Muito gostamos de correr atrás de foguetes! Que nos importa que milhões de crianças não vão à escola, que trabalhem como escravas, que morram de fome, ou no meio das nossas guerras? Se, mesmo assim, se metem em fracos lenhos, que atiram ao mar, para às nossas terras chegarem, para admirarem o nosso fogo de artifício e com o nosso vinho se embebedarem! Formosa Europa, por muitos admirada e cobiçada, e por nós , um pouco mal tratada, abandonada, para muitos madrasta, e poucos mãe. Tanta desigualdade e insensibilidade! Não teremos, todos, direito a uma vida digna, pelo menos, com trabalho e pão? José Sila Costa

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