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13
Fev18

Os melhores, dos melhores!

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Carnaval

 

A terça-feira de Carnaval é um dia fora do normal

Não é carne, nem peixe, o Governo decreta tolerância de ponto, os outros fazem o que quiserem!

Não é feriado, mas é quase, como se fosse, não se sabe o que está a funcionar: é à vontade do freguês

Muito ao jeito português: falta de rigor, tolerante com os incumpridores, pouco pontual, só para inglês ver

Um país, em que os incumpridores são aplaudidos, os outros não!

Em que graves crimes de poluição e outros são punidos com meio cêntimo, para a caridade

Aconteça o que acontecer nunca há culpados, algumas leis são para inglês ver

Quem as viola, é premiado, como aconteceu, com os crimes, que mataram o Tejo

Há muitos anos, que alguns se preocupam com a saúde do Rio

O Governo, para os calar, como é hábito, criou uma comissão de acompanhamento

Que teve como resultado: ver a água ter uma classificação de menos boa

Depois dizem que são as mas línguas que dizem mal das constantes comissões!

E, qual foi a medida implementada, para uma melhor classificação da água do Tejo?

Autorizar uma das celuloses a duplicar o volume de poluição para o rio!

O ambiente, ainda não é para levar a sério, cada um faz o que quer, porque as sanções são para fazer rir

O rio, num dia está morto, no outro já está normal!

Nada mais se pode saber, porque está tudo em segredo de justiça

No entanto, vão dizendo que há muitos metros cúbicos de lixo para, da albufeira, retirar

Não dizem é quem vai pagar!

Somos os melhores do Mundo, só podia ser!

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

03
Fev18

O petróleo verde

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O preço do petróleo verde!

 Muitos proprietários ficaram muito contentes, quando foram assediados para plantarem eucaliptos

Foi uma maneira fácil de conseguirem alguns rendimentos dos terrenos, que deixaram de ser cultivados

As celuloses esfregaram as mãos de contentes: um bom negócio, que países mais desenvolvidos não querem

Porque os eucaliptos esgotam os terrenos, acabam com a água, que existe no solo, matam tudo ao seu redor

Portugal tem pago um preço bem caro, por esta curta visão de políticos irresponsáveis, que só pensam no presente, que vendem o país e a sua gente

Quantas vezes o país já ardeu, quanto custa o combate aos incêndios, quem paga o que se perdeu?

Mas, a maior perda são as vidas perdidas, e, os que, para sempre, ficam com feridas!

Como se não chegasse, mataram o Tejo, matando tudo o que dele vivia!

Autorizam todas as indústrias, seja qual for a poluição, que se queiram instalar à beira Tejo

Nem mesmo a redução dos caudais, ao longo de anos, os conseguiu acordar, ou fazer atuar

Foi preciso o rio ficar coberto de espuma, já não ser possível encobrir o crime, para se mexerem!

Mas logo vieram dizer, que não havia culpados, e têm toda a razão, porque o único culpado é o São Pedro, que se esqueceu de mandar água suficiente, para lavar o Tejo, levando tudo para o mar, para o fundo, de preferência para longe do nosso olhar

Não! Meus senhores, a água barata acabou-se, não podem continuar a mandar a água das estações de tratamento para os rios, devem aproveitá-la para as regas

Quanto às celuloses não é reduzindo, mas proibindo, toda e qualquer descarga

Se quiserem continuar a laborar, podem fazê-lo em circuito fechado, sem contaminarem a pouca água, que temos.

 É mais caro! Pois é. Mas, a água é um bem indispensável para a vida, não pode ser poluída!

 

José Silva Costa

 

 

 

09
Abr16

Lisboa

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Lisboa, não te chegues perto do cais

O rio não tem mais sorrisos nem ais

E tu sabes que ficas e vais.

Vais para onde os turistas te levarem

Por terra, ar ou mar

Com o teu espreguiçar e amanhecer

Com as tuas flores, odores e tudo mais.

No futuro vão ser sempre mais

As flores a querem subir aos cais

De onde os séculos partiram

Para não voltarem mais

Perderam para sempre os teus cais

Aventuraram-se demais

Empurrados pelo brilho dos teus sais

Na esperança de voltarem

A receber mais flores

Sempre com mais cores.

 

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