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cheia

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08
Jul20

O futuro!

cheia

Que futuro!

No calor do Verão, cozes o pão

Tens a vida em suspensão

Sem saberes o que vai acontecer

Se a empresa vai ou não fechar

Ninguém sabe com o que contar

Esta pandemia veio-nos desafiar

E, tu continuas determinada

A aproveitá-la para uma nova caminhada

Não ficaste três meses confinada

Para que tudo fique na mesma: sem nada

A mesma tristeza, a mesma pobreza, a mesma incerteza

Queres aproveitar para o Mundo mudar

Dizes que alguém tem de começar, não podemos mais esperar!

Não queres mais correrias sem sentido, para um trabalho vazio

Queres fazer qualquer coisa que seja útil, em que te sintas realizada

No futuro, não queres continuar a fazer coisas que não servem para nada

Quando há tanta falta de coisas indispensáveis, para toda a gente

Queres correr atrás de um sonho!

Então, tens de o fazer agora, enquanto as pernas correm

Para o, poderes agarrar

Porque com os anos as pernas começam a pedir para descansar

E, os sonhos vão morrendo devagar.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

15
Mar20

Gratidão

cheia

Gratidão

Como estou grato, por poder estar em casa descansado!

E, poder agradecer a todos os que, todos os dias, enfrentam este momento

Para que nada nos falte, para que o Mundo não pare

Põem em perigo a vida deles e dos seus, nas diversas profissões

Nos Hospitais, nas padarias, nas farmácias, nos supermercados, nas forças de segurança, na agricultura, nas fábricas, e nas restantes, essenciais à vida

Como todos eles gostariam de estar na minha situação!

É por isso, que quero demonstrar-lhes a minha grande admiração

Porque há muito quem honre a sua profissão

E isso estão a demonstrá-lo nesta ocasião

Em que todos temos a vida em suspensão

Estou-vos muito grato pela vossa dedicação

Fica, para depois, o aperto de mão.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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