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cheia

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27
Ago21

Monte da Lua

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Monte da Lua

 

Monte da lua, a mais bela serra

A mais romântica, a mais verde

A mais bonita, a mais monumental

A princesa do Atlântico, um sítio romântico

Desço as tuas encostas, por entre árvores frondosas

Centenárias, testemunhas de séculos

De tantos namorados, de tantos beijos roubados

Nas muitas fontes enamoradas pela lua

Que, ao longo dos séculos, já saciaram

Tanta sede de amor de água fresca

Em cada recanto um encanto e beleza

Na delicadeza dos teus monumentos

Lá do alto, ao Atlântico, tanto encanto

O Castelo dos Mouros, o Palácio Nacional da Pena

O Santuário da Peninha, o Parque e Palácio de Monserrate,

O Convento dos Capuchos, a casa da Condessa de Cadaval

Homenageada com a atribuição do seu nome ao Centro Cultural Olga Cadaval

Chego a Colares, com os seus chalés

A dizer-nos que já foi sede de Concelho

Que o seu nome se deve ao facto da Rainha ter deixado cair os colares ao rio

Na Praia das Maçãs, na esplanada do restaurante “flor da praia”, José Malhoa pintou o quadro “ Praia das Maçãs 1918”

Mais à frente a casa e a igreja de Alfredo Keil

Já a caminho das Azenhas do Mar, a casa de Alberto Totta

 Mais um republicano, que fez com que fosse construída a linha do elétrico, entre Sintra e Azenhas do Mar, e a Escola Oficial das Azenhas do Mar, como, ainda hoje, os azulejos, na fachada, indicam

Não me canso de te calcorrear de baixo a cima, e encontro, sempre, novos encantos.

José Siva Costa 

 

08
Set20

Sintra

cheia

Sintra

 

Minha romântica Sintra

Estás mais bela que nunca

O Covid-19 afastou de ti a multidão

Que por todo o lado, tudo atravancava

Há muito que não te beijava

Quem é que a ti chegava!

Estás mais radiosa

Com essa cabeleira airosa

A emoldurar o Palácio da Pena

Vestida com encantadores palácios e jardins

Com recônditos recantos

Onde rainhas e princesas beijavam a lua, a ver o mar

Os sonhos e os aís inundavam os ares

O perfume dos pomares

Inebriava todos os olhares

Ao rio caíram, da rainha, os colares

Nasceu uma nova vila, que já foi sede de Concelho

Perdeste a vergonha, já não te importas de mostrar o joelho

Nas tuas praias banha-se o mundo inteiro

E, tu, de vez em quando, escondes-te por detrás do nevoeiro

Jogando às escondidas, como faziam as princesas e rainhas

Faz parte do romantismo

De quem és a última rainha

Fazendo com que os namorados, não te vendo o rosto, fiquem baralhados

Estou, contigo, cada vez, mais encantado.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

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