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14
Abr22

Cidadania!

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Cidadania

 

 

Cheira a primavera, cheira a flor de laranjeira

Uma cor diferente vem da poeira

Da política da asneira

Do perfume do dinheiro que atravessa a fronteira

Sem que ninguém queira saber, como chegou à carteira

Compra a cidadania estrangeira

Clubes de futebol e lança lume na fogueira

Os partidos esfregam as mãos de contentes com tanta solidariedade ligeira

Elevados a lordes, comendadores, doutores, todos querem ser fotografados à sua beira

Os Governantes condecoram-nos pelos altos valores da roubalheira

Por terem roubado, sugado e transferido o património coletivo: uma sujeira

Vistos de ouro, que maravilhosa torneira!

Para venderem os países democráticos às ditaduras de bandeira

Lavandarias de dinheiro sujo, bom lucro de qualquer maneira!

Todos recebem, com honrarias, ditadores e corruptos numa atitude interesseira

Depois, são os povos a pagarem, com o seu sangue, como se a vida fosse uma brincadeira

Enquanto os ditadores se divertem com os seus jogos de guerra, à sua boa manira

Ainda, por cima, dizendo que são aplaudidos por uma nação inteira 

Como é que ainda há gente que consente tanta barbaridade, verdadeira?

Estamos todos muito incomodados com estes horrores, mas primeiro está a carteira

Continuamos, o petróleo e o gás, a pagar, para a guerra continuar e não acendermos a lareira

Continuamos, como se fosse possível, a querer ao mesmo tempo, chuva no nabal e sol na eira

Não podemos continuar a colaborar em tanta hipocrisia soalheira

Ou bem que estamos dispostos a pagar os custos da solidariedade e da transição energética: uma fatura ligeira

Se não queremos esses custos, não vale a pena fazer manifestações, nem encher as redes sociais de ideias vazias, na internet inteira.

José Silva Costa

 

 

 

27
Dez17

Acordo de cavalheiros

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Acordo de cavalheiros

 

 

Os Partidos Políticos decidiram pedir uns presentinhos ao Pai Natal

Na véspera de Natal, à socapa, sem ata da reunião, nem qualquer documento escrito

Pretendem isentar-se do pagamento do Iva, do controlo do seu financiamento, tornando-o ilimitado

Querem voltar às malas cheias de dinheiro, sem que tenham de dar cavaco, seja a quem for

Os Partidos Políticos são insaciáveis, o dinheiro nunca chega!

Têm muitos clientes para satisfazer, muitos filhos para alimentar e todos os portugueses para contentar

As campanhas eleitorais são muito dispendiosas: muitas bandeirinhas, muitas fotografias

Almoçaradas e jantaradas tão necessárias, para encher as salas e as televisões

Há quem se venda por um prato de feijões!

Mas, desta vez, a escandaleira é de tal maneira, que não conseguiram a unanimidade

Eles bem queriam que ninguém desse por nada

Quem é que lhes estragou a jogada?

Na noite da consoada

Vamos ver se Belém deixa passar esta brincadeira

Um pequeno aumento de mais de vinte por cento

Sem qualquer controlo, nem travamento

Não lhes chega os mil euros, quando vivem longe do Parlamento

Ou quando declaram que vivem, mesmo que não seja verdade

Com tanta transparência!

Esta democracia não se aguenta.

 

Bom Ano Novo com menos corrupção

Com ética Republicana e alguma vergonha!

 

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

29
Jun16

As faturas da geringonça

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As faturas da geringonça

O PCP e o BE querem mais Freguesias, e porque não mais Concelhos?

Gostariam de ter por cada mil habitantes um Concelho, e por cada dez habitantes, uma Freguesia?

O que é preciso é acabar com as Freguesias e acabar com, pelo menos, metade dos Concelhos , para acabar com os quintais dos Partidos, tornando os serviços prestados pelas Câmaras mais integrados e mais económicos.

Mas, infelizmente, os Partidos querem é exércitos de militantes a comerem à mesa do orçamento, nem que para isso tenhamos de trabalhar, só para pagar impostos.

Estamos no século vinte e um. Afinal, para que serve o simplex?

O que é que as Freguesias fazem, que as Câmaras não possam fazer, com menos despesas?

Sabem por que razão, cada vez, há mais abstenção?

Porque estamos fartos das prepotências dos Partidos.

 

 

José Silva Costa

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