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cheia

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10
Jun20

Dia de Portugal

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Dia de Portugal

 

Um povo sonhador e aventureiro

Que não cabe no sei canteiro

Tem, sempre, de andar a deambular, pelo mundo inteiro

Perdeu o império, mas não ficou prisioneiro

Virou-se para o seu Continente, mas continua insatisfeito

A terra não o satisfaz por inteiro

No mar, nessa estrada sem fim, é pioneiro

Tem um mar imenso, mas contínua sem bússola nem roteiro

Quando não há borrasca, corta as amarras e segue lampeiro

Tem muito por onde navegar, mas não consegue encontrar o rumo

Nesta pandemia fez das tripas coração, surpreendeu o Mundo

Diz que é desta que vai aproveitar a sua terra e o seu mar

Fazendo com que o retângulo fique equilibrado

Criando condições para que todo o país seja ocupado

Não vá o barco tombar, fazendo com que tudo vá ao lado

É preciso acabar com os guetos à volta das grandes cidades

No teletrabalho, podemos estar em qualquer lado

Não podemos é estar abandonado!

Um país tão pequeno e tão desequilibrado

Fruto de ser, por incapazes, governado

O que, infelizmente, tem acontecido ao longo dos séculos

Imploro ao escolhido consultor

Que dizem ser um bom gestor, com visão!

Que abra a cabeça aos políticos

Para que olhem para todo o país

Que com uma dívida pública de 135%, só pode ser infeliz

Um país inviável, que o mais certo é voltar, mais uma vez, à falência

Que não se fiquem pelos remendos, clientelas, vozes do passado

Que se contentariam com 3 Auto europas

Quando o que nós menos precisamos é estar dependentes de setores

Que de um momento para o outro podem colapsar

Como nos aconteceu, agora, com o turismo

O país precisa de um plano de raiz

Um plano integrado, bem pensado

Para a agricultura, para as pescas, para as energias, para as comunicações……

Que nalguns aspetos deveria ser conjugado com os nossos vizinhos espanhóis

Como o comércio de eletricidade, que não se pode armazenar

A bitola ibérica, para que os comboios, a Europa, possam percorrer

Vamos ver o que é que os interesses dos políticos deixam fazer.

 

José Silva Costa

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07
Mai19

Nem em10 anos!

cheia

Em mais de 40 anos

Pela primeira vez

Um primeiro-ministro

Em vésperas de eleições

Tirou, a uma classe profissional

Todas as ilusões

Dizendo que nem em dez anos

Conseguem recuperar todo o tempo congelado

Não é isto que costuma acontecer!

Em ano de eleições prometem o céu e a terra

Mesmo que saibam que não o podem fazer

Então, o que é que está a acontecer!

Não o sei dizer

Mas, as condicionantes a isso o obrigaram

Se voltar a formar Governo, já tem meio caminho andado

Era tão bom, não ver o eleitorado enganado

Porque não o fez no início da legislatura?

Teria, aos professores tantas expetativas, poupado

Tanto protesto desperdiçado!

Tantos dias de trabalho adiado

Tanto encarregado de educação incomodado

Porque os miúdos tiveram de ir para outro lado

Assim, o país não passa de atrasado!

Mas, se tivesse sido sincero, a geringonça talvez mão tivesse arrancado

O mundo muito tem mudado

Mas, o ensino continua antiquado

O aluno, de livros, carregado

Quem quer evoluir, ao computador tem de estar agarrado.

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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