O Império
O Império - As teias que o Império teceu
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A Cooperativa tornou-se num local, que não era só um centro de negócios, mas também de amizades, troca de ideias e de confraternização, onde todos tinham lugar e podiam manifestar a suas ideias
Nela, todos tinham lugar, e muitos gostavam de colaborar em todas as suas atividades, entre elas, as discussões sobre a governação da Colónia e o seu futuro
O Rei de Portugal, quando leu a carta do Governador de Angola, onde lhe transmitia o pedido do Rei do Congo, para integrar o Reino de Portugal, ao contrário do que alguns pensavam, não ficou nada entusiasmado, desconfiando que fosse uma maneira de se apoderar de toda a Colónia
Reuniu-se com os seus conselheiros, pedindo que o ajudassem a tomar uma decisão sobre um pedido de união, que ele julgava ser muito perigoso
Os conselheiros disseram-lhe que era difícil saber quais eram as intenções do Rei do Congo. Era bom que fossem boas, porque ter a Colónia em paz e unida, permitiria que se avançasse para o interior, ocupando-a, para tentar afastar as pretensões de ocupação por outros Impérios
O Rei, antes de se despedir dos seus conselheiros, disse-lhes que iria substituir o Governador de Angola, por um General, com amissão de tentar saber se o Rei do Congo estava determinado a acabar com o seu Reino, integrando-o na Colónia de Angola, sob a soberania do Reino de Portugal
O Tico foi indicar ao Asdrubal a lavra de onde tiraria o seu sustento, até lá, tinha todo o apoio da Cooperativa, para o seu sustento e acomodação
Os pombinhos estavam muito gratos, a todos, pela ajuda, para que estivessem juntos, foi o que foram transmitir a todos os que trabalhavam na Cooperativa, O seu presidente, aproveitou para lhes pedir que o acompanhassem, para escolherem onde iriam construir o seu ninho: a sua cubata.
Continua
Feliz Natal!
