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cheia

cheia

16
Mai21

Flores!

cheia

Flores

 

Mês de Maio, o mês das flores

Mas, o mundo continua cheio de dores

 Por todo o lado, tantos horrores!

Não lhes chega a destruição causada pela pandemia!

Ainda utilizam as armas para matarem a alegria

Não querendo que ninguém tenha um feliz dia

Tanta intolerância, tanta ganância, para um fim sem esperança

Mesmo assim, o mundo avança nos sorrisos duma criança

Flores, flores fazei com que o mundo prefira o amor

Com o vosso perfume curai toda a prepotência dos Governadores

Mostrai-lhes que o poder não passa de vaidades

Quando não é exercido, no sentido de melhorar as condições de vida

Nunca, para acabar com a vida, seja de quem for

Nesta encruzilhada, em que andamos de cara tapada, a vida está ameaçada

Mas, as flores continuam, todos os dias, a alegrarem a magia

Dando-nos esperança de melhores e mais perfumados dias.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

17
Mai19

Rosas

cheia

Rosas de Maio

Nas asas da Natureza

Vejo toda a tua beleza

Lábios de rubro veludo

Como as Rosas de Maio

Todas as manhãs sigo os teus passos

Todos os dias vou no teu encalço

Para saborear o teu perfume

Que armazeno na memória

Para desfrutar dele a qualquer hora

Mas, tu não olhas para ninguém

Não tiras os olhos do telemóvel

Do eBook, onde lês os romances

E, andamos assim há anos!

E, tu sem saberes que vivo para te ver

Mas tu não tiras os olhos dos romances!

Nem sequer, para a cor, lhes ver

Hoje, ninguém tem tempo de olhar para o próximo

Absortos no seu mundo, de fones nos ouvidos

Dedos e olhos pregados nos telemóveis

Passamos todos os dias, quase uma hora

Lado a lado, no comboio, mas nem uma palavra!

Antigamente, conseguíamos entabular um diálogo

Nem que fosse a falar do tempo

Depois, todos os dias desabafávamos sobre a vida

Emprestávamos livros uns aos outros

Jogávamos às cartas

Agora nem os bons dias, damos uns aos outros

Como faço, para te dizer, que sem ti não passo?

José Silva Costa

 

 

 

 

Rosas de Maio

Nas asas da Natureza

Vejo toda a tua beleza

Lábios de rubro veludo

Como as Rosas de Maio

Todas as manhãs sigo os teus passos

Todos os dias vou no teu encalço

Para saborear o teu perfume

Que armazeno na memória

Para desfrutar dele a qualquer hora

Mas, tu não olhas para ninguém

Quanto mais para mim!

Não tiras os olhos do telemóvel

Do eBook, onde lês os romances

E, andamos assim há anos!

E, tu sem saberes que vivo para te ver

Mas tu não tiras os olhos dos romances!

Nem sequer, para a cor, lhes ver

Hoje, ninguém tem tempo de olhar para o próximo

Absortos no seu mundo, de fones nos ouvidos

Dedos e olhos pregados nos telemóveis

Passamos todos os dias, quase uma hora

Lado a lado, no comboio, mas nem uma palavra!

Antigamente, conseguíamos entabular um diálogo

Nem que fosse a falar do tempo

Depois, todos os dias desabafávamos sobre a vida

Emprestávamos livros uns aos outros

Jogávamos às cartas

Agora nem os bons dias, damos uns aos outros

Como faço, para te dizer, que sem ti não passo?

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rosas de Maio

Nas asas da Natureza

Vejo toda a tua beleza

Lábios de rubro veludo

Como as Rosas de Maio

Todas as manhãs sigo os teus passos

Todos os dias vou no teu encalço

Para saborear o teu perfume

Que armazeno na memória

Para desfrutar dele a qualquer hora

Mas, tu não olhas para ninguém

Quanto mais para mim!

Não tiras os olhos do telemóvel

Do eBook, onde lês os romances

E, andamos assim há anos!

E, tu sem saberes que vivo para te ver

Mas tu não tiras os olhos dos romances!

Nem sequer, para a cor, lhes ver

Hoje, ninguém tem tempo de olhar para o próximo

Absortos no seu mundo, de fones nos ouvidos

Dedos e olhos pregados nos telemóveis

Passamos todos os dias, quase uma hora

Lado a lado, no comboio, mas nem uma palavra!

Antigamente, conseguíamos entabular um diálogo

Nem que fosse a falar do tempo

Depois, todos os dias desabafávamos sobre a vida

Emprestávamos livros uns aos outros

Jogávamos às cartas

Agora nem os bons dias, damos uns aos outros

Como faço, para te dizer, que sem ti não passo?

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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