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05
Nov19

A Comunicação Social!

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A força da Liberdade!

 

Numa democracia, a liberdade de imprensa é tão ou mais importante que os Partidos Políticos

O lixo sempre foi um grande negócio, seja em Portugal, na Itália, ou em qualquer parte do mundo

O Governo entregou a exploração do lixo da bio reciclagem, à Mota-Engil, sem concurso público

Por uma portaria, onde a Entidade Reguladora não foi tida nem achada

Pondo em causa a viabilidade de muitas empresas!

A jornalista Fátima Felgueiras, no programa Sexta às Nove, da TRP 1, procurou esclarecer o que se tinha passado

Graças à sua intervenção e à divulgação, num grande meio de comunicação, o problema foi comunicado à Procuradoria-Geral da República, fazendo com que o Governo tenha revertido a situação!

Quem não deu por nada foram os que deviam fiscalizar o Governo: os Paridos da oposição

Depois, admiram-se que apareçam novos Partidos Políticos!

Se os velhos estão cansados, ou só já se representam a si e aos amigos

Outros tentam ocupar o vazio!

Quem já se pôs em bicos de pés, foi o Bloco de Esquerda

Quer, com urgência, no Parlamento, ouvir o Ministro do ambiente

Não há nada, como não estar dependente

Como gostava que todos fossem Gente!

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                              

 

28
Jul19

Golas de fogo

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Golas de fogo

 

Aldeias Seguras

Golas de fogo

Os negócios com o fogo

Vão aos bolsos do povo

Por isso, é que tudo arde, de novo

Todos os anos!

A prevenção! Não

Senão, lá se vão os negócios

Para muitos tão proveitosos

Porque os preços, para a Proteção Civil

São a dobrar!

Os jornalistas falam demais

Os jornalistas sabem demais

Ai censura!

Em certas ocasiões, davas tanto jeito

Metias todo o pessoal em respeito

Isto de Governar em democracia é uma chatice

Andam, sempre, a escrutinar tudo

E a denunciar a aldrabice

Os incêndios, para muitos, são uma mina

Muito melhor, que o negócio da china

 

José Silva Costa

 

 

 

03
Nov18

Século XXI

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Século XXI

Dormimos descansados

Ao lado dos esfomeados

Dos que morreram de fome

Dos que deixaram tuto para trás

Quando na realidade não deixaram nada

A única coisa que tinham

Eram balas a zumbirem-lhes aos ouvidos

Agarraram-nos filhos e partiram

Na esperança de encontrarem segurança e pão

Mas, os que têm o poder na mão

Votam naqueles que lhes dizem não

Que num dia dizem que vão mandar os soldados atirar

No outro dia a opinião pública fá-los recuar

Nunca se sabe com o que se pode contar

Morrer, por morrer, vale mais enfrentá-los

Tudo, menos ver os filhos, de fome, morrer (Iémen)

Como podemos, na humanidade, crer!

Para onde quer que nos viremos

Só vemos mães e pais com os filhos nos braços

Sem saber o que fazer

Desesperados, atiram-se ao mar, aos rios, ao arame farpado

Mas, ainda há que durma descansado!

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

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