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cheia

cheia

24
Fev22

A guerra!

cheia

A guerra

 

Voltaram os canhões

A paz não passou de ilusões

Porque há povos que se julgam campeões

Não conseguem viver em paz com as outras nações

Têm outras pretensões

Sonham com as suas antigas possessões

Não compreendem os que sonham com, livres, nações

Sem ditaduras, nem pressões

Como é que gostam tanto de ditadores?

Se nos seus governos não há liberdade, nem flores

As ditaduras alimentam-se de horrores

Enquanto as democracias se alimentam de valores

Como é que pessoas avisadas e educadas se deixam enganar

Por políticos cheios de rancores?

Quando deviam lutar por governos sufragados pelos eleitores

Mas, infelizmente, há povos que não conseguem, pelas suas cabeças, pensar

Assim, colocam todas as decisões nas mãos de um ditador

Se não sabem saborear a Liberdade e a Paz

Então, não sabem o que é viver!

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

17
Nov19

Vento em flor!

cheia

Margens!

Nas margens das cores

Vamos apanhar as flores

Com beijos, com dores

Resistimos a todos os horrores

As rosas são os teus amores

Nas margens das flores

Regamos o chão, sem furores

Plantamos pétalas nos corredores

Para construirmos elevadores

De beijos e cobertores

Nos nossos sonhos não entram fumadores

Tudo o que queremos são perfumes inovadores

Feitos de pensamentos voadores

Nas nossas margens só queremos valores

Todos somos amadores

Só aceitamos as verdades dos professores

Daqueles que são sabedores

Não de todos os doutores

Há sábios provocadores

Não sabem nada dos que sofrem com dores

Que amassam os dias demolidores

Com sorrisos, esperança e amigos encantadores

Para, um dia, colherem o perfume dos namoradores

O remédio que cura males assustadores

No brilho das estrelas polares

Onde todos os apaixonados constroem sonhos sedutores.

José Silva Costa

          

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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