Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

cheia

cheia

25
Dez25

O Império

cheia

O Império    -     As teias que o Império teceu

145

A Cooperativa tornou-se num local, que não era só um centro de negócios, mas também de amizades, troca de ideias e de confraternização, onde todos tinham lugar e podiam manifestar a suas ideias

Nela, todos tinham lugar, e muitos gostavam de colaborar em todas as suas atividades, entre   elas, as discussões sobre a governação da Colónia e o seu futuro

O Rei de Portugal, quando leu a carta do Governador de Angola, onde lhe transmitia o pedido do Rei do Congo, para integrar o Reino de Portugal, ao contrário do que alguns pensavam, não ficou nada entusiasmado, desconfiando que fosse uma maneira de se apoderar de toda a Colónia

Reuniu-se com os seus conselheiros, pedindo que o ajudassem a tomar uma decisão sobre um pedido de união, que ele julgava ser muito perigoso

Os conselheiros disseram-lhe que era difícil saber quais eram as intenções do Rei do Congo. Era bom que fossem boas, porque ter a Colónia em paz e unida, permitiria que se avançasse para o interior, ocupando-a, para tentar afastar as pretensões de ocupação por outros Impérios

O Rei, antes de se despedir dos seus conselheiros, disse-lhes que iria substituir o Governador de Angola, por um General, com amissão de tentar saber se o Rei do Congo estava determinado a acabar com o seu Reino, integrando-o na Colónia de Angola, sob a soberania do Reino de Portugal

O Tico foi indicar ao Asdrubal a lavra de onde tiraria o seu sustento, até lá, tinha todo o apoio da Cooperativa, para o seu sustento e acomodação

Os pombinhos estavam muito gratos, a todos, pela ajuda, para que estivessem juntos, foi o que foram transmitir a todos os que trabalhavam na Cooperativa, O seu presidente, aproveitou para lhes pedir que o acompanhassem, para escolherem onde iriam construir o seu ninho: a sua cubata.

Continua

                                                                                 Feliz Natal!

 

30
Out25

O Império

cheia

O Império   -   As teias que o Império teceu

137

A noite pareceu-lhes muito mais longa, mal o sol rebentou, voltaram a encontrar-se, para continuarem a jornada, que o escuro tinha interrompido

Beijaram-se como senão se vissem há séculos, os seus olhos continuavam a brilhar como no primeiro minuto em que se cruzaram, pareciam quatro rosas a desabrochar, estrelas a cintilar, como que a quererem os corpos hipnotizar, fazendo-os abraçarem-se e o tempo parar

Queriam saber o mais possível um do outro, para avaliarem se o seu enlace era compatível com o que cada um queria, para o futuro

Não tinham tempo a perder, aquele encontro tinha sido uma estrela a iluminar as suas vidas, pela qual tanto esperaram, não querendo, nem um, nem outro, perder tempo em vão

Não pretendiam perder muito tempo a namorar, queriam casar-se, viver juntos, muito felizes, para sempre. Estavam de acordo em ter filhos, sem os quais não se sentiriam realizados

Apesar de se conhecerem, havia tão pouco tempo, a Jesuína estava deslumbrada pela coincidência de gostos e ideais, que ambos já tinam revelado um ao outro

Como futura mãe preocupava-a a educação dos filhos, sabendo que são as mães, nos seus primeiros anos, que mais tempo estão com eles, tendo muita influência na sua educação, o que fazia com que quisesse, para pai dos seus filhos, um homem que estivesse disponível, para a ajudar nessa tarefa

Não concordava com a nova moda, defendida por algumas mulheres, de que sozinhas os educavam tão bem, como se fossem os dois progenitores, para ela era indispensável o exemplo do pai e da mãe, só esse equilíbrio os poderia preparar para o futuro, para uma convivência saudável com os dois sexos, necessários para a conceção

Estava consciente de que tinha de dar tempo ao tempo, durante o namoro teriam muitas oportunidades de falarem sobre todos os assuntos importantes, tentando acertar o passo, para que quando casassem tudo corresse bem

Quem ficou, também, muito contente, com o namoro, foi o Manuel, pai da Jesuína, que deseja ver todas a filhas casadas. Mesmo não conhecendo o Aurélio, estava certo de que a filha, tal como as outras 4 irmãs, que tinham bons maridos, também, era capaz de encontrar um bom companheiro. Se aquele romance fosse bem-sucedido, só faltava a Francisca encantar um parceiro, para que visse as filhas todas casadas e cumprido o seu grande sonho.

Continua

 

18
Set25

O Império

cheia

O Império  -    As teias que o Império teceu

131

Com as novas sementeiras a garantirem mais quantidade de produtos alimentares, regressou a harmonia a toda a comunidade, com a alegria e a esperança de um dia vencerem a fome

Mas, à medida que os jovens aderiam às ideias propagadas, principalmente, pelo Roberto, no sentido de quebrar as regidas tradições, entre homens e mulheres, no que dizia respeito ao trabalho nas lavras, os Sobas tentavam contrariar as alterações, defendendo punições, para os jovens, que fossem contra as suas ideias

O Governador queria ser o fiel da balança, tinha de ser muito diplomático, como lhe dizia a Zulmira. Assim, não hostilizava os Sobas, com quem contava, para mobilizarem homens e mulheres na defesa do território, caso este fosse atacado. Mas, sempre, ia dizendo-lhes que ninguém conseguia travar o futuro

Sabia que as tradições dos povos não se mudam de um dia para o outro, queria apoiar o Roberto, na tentativa de fazer com que os jovens se dedicassem às lavras, aproveitando o exemplo do Tico, que tinha conseguido transformar os métodos ancestrais de fazer as sementeiras. Mas, depois de um grande entusiasmo, por parte dos jovens, pelas lavras, os jovens agricultores foram cansando-se da espera pelas colheitas

Muitos jovens continuavam indecisos entre o que fazer, continuar com as tradições, em que os homens se dedicavam à caça e à pesca, tendo muitas mulheres, para trabalharem para eles, ou seguir as ideias do Roberto, que era contra a poligamia, que considerava ser uma prática para escravizar as mulheres

Todos, os que seguiam o Roberto, sabiam que ele defendia a monogamia, apelando aos rapazes que acabassem com a prática da poligamia, que fazia com que as muitas mulheres de um homem tivessem de se submeter às ordens da mais velha, que era quem geria o harém e escolhia a que dormia com o seu senhor

O Governador, que não tinha conseguido angariar proveitos, para ajudar a suportar as enormes despesas da Corte, queria fazer um feito, que ficasse para a história e impressionasse o Rei, confidenciou à esposa de que tencionava contatar com um Rei, que lutava contra os portugueses, a norte de Luanda, para o convencer a cooperar com Portugal, para uma convivência pacífica

A Zulmira disse-lhe que não era uma boa ideia, por ser muito perigoso, uma vez que não tinha uma força armada, para o proteger e aos que o acompanhassem. Mas, desta vez não deu ouvidos aos avisos da mulher

Contactou os Sobas, pediu-lhes que mobilizassem os homens, que pudessem, para que todos juntos tentassem entabular negociações, para um acordo de paz

Os Sobas mostraram-se receosos, avisaram o Governador do perigo, que corriam, mas cumpriram o seu pedido,   mobilizaram os homens, que puderam.

Continua

 

 

22
Jun23

O Império

cheia

O Império – As teias que o Império teceu

14  

O negócio do Soba, com a ajuda do Januário, estava em grande progresso, o que fazia com que  as suas famílias tivessem, cada vez, melhores condições de vida

Havia uma grande necessidade de escravos para o Brasil, que já não conseguia dispensar os escravos, para assegurarem a laboração dos engenhos de açúcar

A Rosinha não gostou nada que ele se tivesse associado ao Soba, no negócio dos escravos. Mas  o Januário disse-lhe que só o tinha feito para tentar ir ao Brasil resgatar o pai dela e os irmãos

Para isso precisava de incrementar o negócio, de modo a ir ao Brasil, nem que fosse para levar uma carrada de escravos, e tentar encontrar o sogro e os cunhados

Essa promessa fez com que ela alimentasse a esperança de voltar a ver o pai e os irmãos

Mesmo que não acreditasse que isso fosse possível, porque não sabia de nenhum escravo, que tivesse conseguido libertar-se do cativeiro e tivesse voltado ao seu país

Entretanto, a Rosinha tinha ficado novamente grávida, e o Januário tinha esperança de que fosse um menino

Cada vez empenhava-se mais no negócio dos escravos, queria acumular riqueza, para tentar ir viver, com a família, para a cidade de Luanda

A Rosinha é que não estava nada entusiasmada com a ideia de ir viver para a cidade, preferia continuar a viver, onde sempre vivera e nascera, tratando das suas terras

Mas, também, concordava com o Januário, quando dizia que se vivessem na cidade, os seus filhos teriam oportunidade de ter uma vida melhor, diferente

Dizia que não valia a pena fazerem grandes planos, para o futuro, porque de um momento para o outro, tudo muda, como aconteceu com ela, cuja vida deu uma volta de trezentos e sessenta graus

Tinha passado de uma rapariga simples, que passava os dias a apanhar búzios, para se tornar na mulher do Senhor Januário: um branco que queria provar ser possível uma convivência, diferente, entre brancos e pretos 

Sem a arrogância de outros, com simplicidade e humildade, queria criar amizade com todos

Mas nem todos o viam como sendo assim tão exemplar, uma vez que se tinha associado ao Soba, para comprar e vender escravos, uma coisa que os outros não conseguiam entender

Bem tentava, o negócio justificar, dizendo que queria resgatar os familiares, mas ninguém, mesmo com esse objetivo  se ia calar, porque uma pessoa boa, nunca venderia um seu semelhante, o seu dever era protege-lo de tão grande barbaridade.

 

Continua

 

   

06
Jun22

Rosas!

cheia

Rosas!

 

Rosas da Primavera

Que o tempo leva

Na flor da vida, uma

Princesa dessa era

Por que o tempo não espera

Vai-se com ele o brilho

Mas fica a sabedoria

De como roda a nossa esfera

Dos encantos passados

Ficam os rebentos, amados

Que darão os frutos

Na bonita idade das flores

Colhê-los, no embranquecer

É a recompensa de tanta dor

É a ajuda para um entardecer

Acompanhado das rosas do futuro.

 

José Silva Costa

09
Nov20

A beleza

cheia

A Natureza

Como a pureza da Natureza é a tua beleza

Os teus olhos são estrelas cintilantes

Que guiam o Universo para patamares distantes

A tua boca é um botão de rosa a libertar perfumes inebriantes

Que me embebedam a todas as horas, a todos os instantes

Os teus seios são como rosáceas de alabastro, perfeitas!

Alimenta o presente e o futuro

Mulher, mãe, irmã, esposa, namorada, companheira

Como a Natureza, vocês são a esperança da continuidade

Tenho a certeza de que são as mais belas flores da Natureza

O Universo é pequeno, para tanta beleza

Não magoem, nem mal tratem, tanta delicadeza

É a elas que devemos toda a nossa grandeza

 Mãe! Faltam-me as palavras, para te agradecer, por me teres concebido e criado.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

01
Out20

Outubro

cheia

Bem-vindo, Outubro

Vamos-te receber, mascarados

Não fiques magoado

Por não podermos sorrir

Este vírus está-nos a ferir

Bem gostava de te beijar e abraçar

Como no ano passado

Mas este ano é outro o fado

Ninguém pode dizer que está descansado

Espero que nos ajudes a chegar ao futuro

Deixando, cada dia, para trás, o escuro

Até conseguirmos, de novo, abraçar o outro

Sair alegre, a cantar, sem medo de o encontrar

Poder, de novo, de cara limpa, ver o sol e a lua

Cumprimentar a miúda que passa na rua

Ver tudo, de novo, sem máscara.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

19
Jun20

Adeus

cheia

Adeus Primavera!

 

 

 Adeus Primavera!

Até para o ano

Que venhas, ainda, mais encantadora

Cá ficamos à tua espera

Vamos tentar viver mais de acordo com a Natureza

Para que venhas, ainda, com mais beleza

Sem máscaras, nem tristeza!

Nos próximos doze meses, prometemos viver de acordo com os teus desejos

Reciclar, reduzir, reutilizar

Nos esgotos, óleos alimentares e de carros, não deitar

Alimentos e outros produtos não desperdiçar

Andar de carro, temos de reaprender a andar

Os transportes públicos temos de privilegiar

As infraestruturas temos de apoiar

As obras de fachada, só para o dinheiro estragar, temos de detestar

Temos tanto em que pensar e nos ocupar

Doze meses para tanto, não são suficientes!

Mas, já é tempo de sabermos escolher entre o trigo e joio

De semear sementes para o futuro

Neste presente, muito duro!

Em que temos de desenhar um mundo melhor

Onde todos tenham direito a um lugar seguro

Não há tempo a perder

Porque todos os dias os filhos nos pedem de comer

Infelizmente, há quem, com a fome dos outros, se goste de entreter

Hoje, ainda, vão entreter-se com a discussão: “ casa onde não há pão, todos ralham, ninguém tem razão”

Não têm pressa, não é deles a aflição!

Se não, não precisavam de, tanto tempo para tomarem uma decisão

É por isso que muitas coisas são feitas tarde e a más horas.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

05
Jun20

O futuro!

cheia

Quanto pior, melhor!

A democracia é o melhor sistema político

Porque quem está no poder, tem que fazer com que os eleitores não o substitua

Os partidos da oposição desejam que quem está a governar falhe

Para poderem, mais facilmente, ganhar as eleições

Como seria diferente se os eleitores se interessassem mais pelos assuntos da governação!

Como estamos numa encruzilhada, sem saber o que fazer, nem o que nos espera

Como estamos na espectativa de receber, da U.E., uma boa maquia, por causa da pandemia

Graças a um conjunto de coincidências: a saída do Reino Unido, a pandemia, a contestação dos extremistas, tanto de esquerda, como de direita, termos, pela primeira vez, uma mulher, na Presidência da Comissão, a Senhora Merkel não se recandidatar a Chanceler, e pretender ficar para a posterioridade como uma grande mulher

O Primeiro-ministro achou por bem pedir ajuda ao Engenheiro Costa e Silva, para o ajudar a melhor gastar os milhões

É certo que o fez à socapa, quando o devia ter publicitado, porque o povo tem de saber, com que linhas se cose o futuro

Mal se soube do convite, caiu o Carmo e a Trindade

Toda a oposição se indignou, porque não é político, não foi eleito, não entregou a declaração de rendimentos no Tribunal Constitucional ………

Os muitos comentadores também afinaram pelo mesmo diapasão

Acho que não têm razão, todos devemos participar na discussão

Todos temos o direito de dar a nossa opinião

É o futuro que está em construção!

Desta vez, não podemos permitir que construam mais estádios de futebol

Que estão às moscas, por pagar, sem dinheiro para a sua manutenção

Enquanto as escolas continuam à espera de remodelação

Há escolhas que são grande aberração

E põem o futuro em estagnação

Sei que não é fácil mobilizar as pessoas para o salto no desconhecido

Mas nós só teremos êxito se formos capazes de inovar e acrescentar valor ao nosso tecido

O ensino é a melhor ferramenta para fazer avançar o país

Temos de fazer o maior investimento, que seja possível, em professores, equipamentos tecnológicos e edifícios

Outro setor, que a pandemia veio demonstrar, que não o podemos descurar, é o Serviço Nacional de Saúde

Para sermos coerentes, com o que a Natureza exige, as energias renováveis temos de incrementar

A ferrovia não a podemos dispensar!

E, as novas tecnologias é que nos fazem sonhar

Mas, para tudo isto, é preciso, as amarras, cortar.

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

21
Jul19

Topo

cheia

A Corrupção

Até que, enfim! A corrupção chegou ao topo

Numa sondagem, os portugueses mencionaram a corrupção, como segunda preocupação

Logo a seguir à saúde!

Os políticos estão, sempre, a desvalorizá-la

Mas, agora, têm de ir a reboque da opinião pública

Na próxima campanha eleitoral, o seu combate vai ser bandeira de todos os partidos

Mesmo que seja, só, mais um promessa eleitoral

Nos últimos anos, é que alguns se aperceberam da sua dimensão

Quando viram, todos os dias, pessoas detidas, para interrogação

Os relatórios dos organismos internacionais não se cansam de a divulgar!

As pressões do Governo não têm sido suficientes, para os apagar

A corrupção, em Portugal, chegou a ser a normalidade!

Quem não colaborasse era olhado com desprezo

Há outra bandeira inquestionável, nas próximas eleições

As alterações climáticas

Esta, imposta pelos jovens, que já perceberam que têm de lutar pelo seu futuro

Porque os políticos falam, falam, mas nada de ações

Presos no seu conforto, têm medo de afrontar os poderosos

Vão gerindo o presente

Fazendo com que o futuro fique descontente.

 

José Silva Costa

 

 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Arquivo

  1. 2026
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2025
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2024
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2023
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2022
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2021
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2020
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2019
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2018
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2017
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2016
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2015
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2014
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2013
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D
  183. 2012
  184. J
  185. F
  186. M
  187. A
  188. M
  189. J
  190. J
  191. A
  192. S
  193. O
  194. N
  195. D
  196. 2011
  197. J
  198. F
  199. M
  200. A
  201. M
  202. J
  203. J
  204. A
  205. S
  206. O
  207. N
  208. D
  209. 2010
  210. J
  211. F
  212. M
  213. A
  214. M
  215. J
  216. J
  217. A
  218. S
  219. O
  220. N
  221. D
  222. 2009
  223. J
  224. F
  225. M
  226. A
  227. M
  228. J
  229. J
  230. A
  231. S
  232. O
  233. N
  234. D
  235. 2008
  236. J
  237. F
  238. M
  239. A
  240. M
  241. J
  242. J
  243. A
  244. S
  245. O
  246. N
  247. D
  248. 2007
  249. J
  250. F
  251. M
  252. A
  253. M
  254. J
  255. J
  256. A
  257. S
  258. O
  259. N
  260. D

Em destaque no SAPO Blogs
pub