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cheia

cheia

10
Dez20

Escrita

cheia

Almodôvar

Almodôvar, palavra tão doce e quente

Branquinha e árabe

Quantos séculos tens?

Ninguém sabe

Concelho tão antigo, sem idade

Já foste romana e árabe

Não és cidade

És branca, perfumada, redondinha

Tu és uma rainha

As tuas ruas são uma encruzilhada

Onde tantos povos encontraram guarida

Tu és uma terra dourada

Já tiveste uma mata célebre e secular

Ainda tens muitos rebanhos

Já tiveste muito gado do ar

És ponto de encontro

De quem vive Além-Tejo

No Museu da Escrita do Sudoeste.

 

José Silva Costa

 

 

18
Mai20

A Natureza

cheia

Maio

 

Verdes estão os campos

Cheios de flores

Perfumadas como os amores

Nos verdes campos há uma grande azáfama

Plantas, árvores, aves, insetos, répteis, e não sei que mais

É um fervilhar de vidas

Interlaçadas, dependentes, concorrentes, complementares

Um ecossistema perfeito

Indiferente a pandemias, vírus, medos, enredos

Mas, sempre, atentos porque os predadores

São mais que muitos!

Têm uma grande vantagem sobre nós

Vivem na Natureza!

Não a hostilizam

Enquanto nós, não respeitamos nada

Temos uma ganância danada

Nunca estamos saciados

Queremos, sempre, mais e mais

Estamos na encruzilhada

Podíamos aproveitar

Para escolher um novo caminho

Respeitando a Natureza

Procurando um desenvolvimento sustentado

Na economia verde baseado

Aproveitando os ecossistemas

Temos a terra, o sol, a água e o vento

Com humildade e respeito aproveitemos

O que têm para nos dar

Já vimos o custo de tudo parar

Fome, miséria, muito mal-estar

Temos de uma nova vida inventar

Começando por todos respeitar.

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

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