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21
Jul19

Topo

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A Corrupção

Até que, enfim! A corrupção chegou ao topo

Numa sondagem, os portugueses mencionaram a corrupção, como segunda preocupação

Logo a seguir à saúde!

Os políticos estão, sempre, a desvalorizá-la

Mas, agora, têm de ir a reboque da opinião pública

Na próxima campanha eleitoral, o seu combate vai ser bandeira de todos os partidos

Mesmo que seja, só, mais um promessa eleitoral

Nos últimos anos, é que alguns se aperceberam da sua dimensão

Quando viram, todos os dias, pessoas detidas, para interrogação

Os relatórios dos organismos internacionais não se cansam de a divulgar!

As pressões do Governo não têm sido suficientes, para os apagar

A corrupção, em Portugal, chegou a ser a normalidade!

Quem não colaborasse era olhado com desprezo

Há outra bandeira inquestionável, nas próximas eleições

As alterações climáticas

Esta, imposta pelos jovens, que já perceberam que têm de lutar pelo seu futuro

Porque os políticos falam, falam, mas nada de ações

Presos no seu conforto, têm medo de afrontar os poderosos

Vão gerindo o presente

Fazendo com que o futuro fique descontente.

 

José Silva Costa

 

 

 

26
Mai19

Domingo de Maio

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O último domingo de Maio

 

Fomos votar

À tardinha, pela fresquinha

Aproveitámos para caminhar

De onde votamos vê-se o mar

Depois, as pernas pediram para descansar

Estavam cansadas de décadas a andar

Sentámo-nos junto a um parque infantil

Para saborearmos o último Domingo de Maio

Onde as mulheres e homens de amanhã testavam a testar as aptidões

Ficámos a comtempla-los, e a ver o mar e o sol

O sol foi descendo devagarinho até se afogar, no mar

Mas antes lacrimejou como que a dizer-nos adeus

Prometendo voltar dentro de um quarto e meio do dia

No lado oposto, pujante e brilhante

Para ir subindo e aquecendo, ao longo do dia

Resta-nos menos de um mês para o vermos, mais uns minutos, aumentar

Depois vai diminuindo até o inverno chegar

Temos o privilégio de vê-lo nascer a esfregar os olhos, antes de aparecer na totalidade

E à tarde, com tempo para vestir o pijama, antes de se deitar, no mar

Enquanto, que no Equador nasce e põe-se instantaneamente.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

14
Nov18

Obsessão

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Obsessão

Muito se tem falado em obsessão

Por causa do orçamento da Nação

Há quem ache que não

Mas, para mim não deveria haver défice

As despesas deveriam ser iguais à receita

Porque mesmo com a obsessão

Os défices não baixam dos três por cento

Num ano foi o BPN, nos outros foram o BES e a CGD

Mas, os populismos, tanto de esquerda como de direita, não se preocupam com os défices

Prometem o céu e a terra, quando se trata de eleições

Quando, todos, deveriam era fazer leis para baixar a corrupção, o défice e a dívida

Porque a corrupção é um cancro, o défice e a dívida custam-nos muitos milhões, em juros

Que poderiam ser muito melhor utilizados na saúde, na justiça, na educação

Mas, os partidos de esquerda continuam muito preocupados com a obsessão do défice zero

Quanto a uma dívida de cento e vinte tal por cento, nem uma palavra

Em tempos falavam muito em não pagá-la!

Estamos a pagar muito menos pelo serviço da nossa dívida

Não sei se é por causa da obsessão, se por os agiotas dos fundos de investimento, com Portugal, terem engraçado

O que gostava, é que tivéssemos um Governo com a obsessão de reduzir a dívida para metade

Para ver se conseguimos dinheiro para tantas promessas não cumpridas: tirar o amianto dos edifícios públicos, que tantos mortos, tem provocado

Em vez de o andarem a dar aos fundos de investimento, fazendo com que os reformados, que investem nesses fundos, sejam forçados, todos os dias, a andarem a passear, dando voltas ao mundo, para o gastarem.

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

08
Jun17

Matar dois coelhos com uma cajadada

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O Presidente da República bem queria, aos portugueses, poupar um dia

Sondou os Partidos, no sentido de as próximas eleições legislativas e europeias se realizarem no mesmo dia

Mas, todos os Partidos se mostraram contrários ao que ele queria

Estarão os Partidos convencidos, que os portugueses não conseguem fazer duas cruzes, no mesmo dia?!

Matar dois coelhos com uma cajadada?

Não. Obrigado, disseram-lhe, eles

As campanhas eleitorais são como que romarias: festas, almoços, jantares com beijinhos e abraços

Ora, reduzir a metade toda esta euforia, todo este convívio, toda esta animação era um desperdício!

Até porque, cada vez, são mais raras as antecipações de eleições, o que faz com que só tenhamos estes festejos de quatro em quatro anos

Com a geringonça nasceu a esperança de que voltasse-mos aos tempos de eleições, todos os anos, mas, por enquanto, o tripé contínua de pé

E que fazer ao dinheiro, que se pouparia?

Ninguém foi capaz de responder a essa questão. Assim, o melhor é não querer inventar

As campanhas são para esclarecer e informar, nada de querer, as coisas, complicar

Se os candidatos têm todo o prazer de, todas as campanhas, fazer, não os queiram entristecer

É um trabalho muito duro e desgastante, mas, é para isso que vive o nosso representante

Capazes de darem a vida, pelos seus representados, não se furtam a nenhum sacrifício, para serem nossos deputados

E, não faltam candidatos, para estes trabalhos forçados, para os quais há, sempre, tantos voluntários!

Portanto, fiquem todos tranquilos, por que em campanhas eleitorais, nunca entrará o simplex

Nem nos atos eleitorais, que continuarão a ser presenciais, para nos vermos, nas votações

Há coisas, que nunca mudam!

 

José Silva Costa

 

 

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