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04
Jul22

O grande negócio!

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O grande negócio

 

O grande negócio venceu

A pobreza perdeu

O dinheiro foi desviado

Para financiar a guerra

Mais dinheiro para a defesa

Menos riqueza para o que é necessário

De que não fazem parte as guerras

Os mais pobres continuam à espera

A guerra é que não pode parar

As fábricas de material de guerra é que não podem fechar

A saúde, a habitação, a educação, o pão ficam para segundo plano

Quem declara a guerra não vai para ela

Manda a juventude, para morrer e matar

Anda um pai e uma mãe vinte anos a criar um filho, para depois lho levarem

Ficam felizes se ele voltar são e salvo

Mas o ideal seria acabar com todas as guerras

Mesmo que seja uma utopia

Mas que seria muito bom, seria!

Seria uma grande alegria

Viver em harmonia

Correr atrás de um sorriso

Sem o perigo de tropeçar num míssil

Dos que são disparados contra alvos militares, mas atingem alvos civis

Ao porta-voz do Kremlin não lhe falta verniz, muito lhe cresce o nariz!

Quer ser convincente no que diz

Mas não condiz com o cariz

Se não se tratasse de uma tragédia, só dava vontade rir

Quanto mais tempo continuará a mentir!

 

José Siva Costa

 

 

 

 

17
Dez20

O Consumismo

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Natal

O Natal tornou-se, numa data, só comercial

Fomo-nos esquecendo do acontecimento, que deu origem à celebração

Uma data tão Fraternal!

Como outra não há igual

Mas o consumismo veio-nos infernizar a vida

Quantas pessoas já vi angustiadas, por não terem dinheiro para as prendas!

Como se o Natal fosse uma troca de prendas

No frenesim das compras, cumprimentam-se com lábios brilhantes

Trocam palavras doces, como flores

No Natal, como em todos os dias, desejo a todos, saúde e amor

Como prenda, dou-vos as minhas simples palavras

Que tanto gostava, fossem capazes de afugentarem a dor

Já chega de indiferença

Neste Natal, faça a diferença

Procure que este seja a nascença

Do novo Homem que não, só em si, pensa.

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

06
Dez20

A Ética Republicana!

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A Ética Republicana!

 

O dinheiro da chamada bazuca, ainda não chegou

Mas já fez correr tanta tinta

Nova legislação, mais agilização, para, no dinheiro, por a mão

Simplificar, para todo o dinheiro poder gastar, sem que ninguém o possa controlar

Procedimentos, menos documentos, nada de impedimentos, porque temos de gastar tanto dinheiro em tão pouco tempo

Desde que aprovaram esta lei (PS/PSD) caiu o Carmo e a Trindade, e com razão, não se devem fazer leis sob pressão, à pressa, para os € encantar

Foram estas as palavras: Simplificar e agilizar procedimentos, que fizeram a lei parar, em Belém

Chegou antes de tempo, ainda não estamos no Natal, não aconteceu o milagre

Foi devolvida à procedência, para a ética republicana, respeitar.

 

José Silva Costa

 

02
Nov20

Bem-vindo!

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Bem-vindo, Novembro

Já sabemos que vais ser exigente

Com toda a gente

Tanta gente doente!

Mas temos de seguir em frente

Procurar equilibrar a economia com o dente

Temos uma dura prova pela frente

Controlar a pandemia é urgente

O Mundo está doente

Há quem tenha uma reação diferente

Que negue o que é evidente

Fazendo com que alguns fiquem baralhados da mente

Sem saberem em quem acreditar, politicamente

Quem vive do trabalho dos outros, a realidade desmente

Só pensa em dividendos, porque isso é que faz com que fique contente

Enquanto o trabalhador tem de arriscar a vida, porque o dinheiro é insuficiente

Cada um com a sua verdade, o que me faz ficar indiferente

Sem saber quem mais mente

O melhor era ficamos em casa, separadamente

Mas a economia não o consente!

 

José Silva Costa

 

 

 

 

13
Jun20

Santos Populares

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Arraiais

Com um manjerico no regaço

Perfumas o ar e o espaço

Cheira a Santos populares

Não há arquinhos nem balões

Gritamos a plenos pulmões

Abracem as multidões

Com os longos braços virtuais

Porque este ano, o vírus não nos deixa tirar as máscaras

De boca tapada e braços atados

Não há abraços, nem beijos

Ficam por cumprir os desejos

De a quarentena acabar

Porque o covid-19 continua a não nos querer deixar

Saltar a fogueira

Assar as sardinhas

Beber umas pinguinhas

À saúde de Lisboa

Este ano não marcha nada

Nem o cheiro a sardinha assada

Que todos podiam saborear

Quando não tinham dinheiro

Para, as sardinhas, pagar

Contentavam-se com o cheiro

E o movimento dos marchantes, na Avenida

Lisboa está apagada!

Acabou-se a barulheira

Podemos, o sono, sossegar

Não há turistas, nas esquinas, a mijar

Nem marujos a gritar

Por as portas estarem  a fechar

Ficámos enclausurados no lei-of e no teletrabalho

Quando acabar, vamos para o desemprego

Porque o mar de rosas não vai aguentar

Tanta gente a mamar

Nos milhões, que vão chegar

Que mais tarde ou mais cedo teremos de pagar.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

26
Jun19

Limpezas!

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Todos os dias

Todos os dias, a Polícia Judiciária, convida alguns cidadãos

A acompanha-la, para serem interrogados, por suspeita de corrupção

Que está tão enraizada, que levou o Conselho da Europa

A dizer que nós ficámos atrás da Grécia, da Turquia, da Roménia

Na implementação das recomendações, para a sua prevenção

Num só dia foram vinte e sete!

Catorze empresários, muito preocupados, com o estado dos cofres das Finanças

A abarrotarem, devido as cativações

Inventaram um esquema, nisso nós somos muito bons!

Para ajudarem a esvaziar os cofres, não entregando o IVA, cobrado

Para que os cofres pudessem ser limpos!

Quem é que gosta de dinheiro sujo!

As outras treze lembraram-se de se intitularem de enfermeiros e trabalhadores da Segurança Social

Deslocavam-se por todo o país, abordando os idosos entregues à sua sorte

Dizendo-lhes que iam a mando da Segurança Social e das paróquias

Para os ajudarem nas limpezas e toma dos medicamentos

Alguns idosos ainda disseram: ” até que em fim!

Que alguém se lembrou de nos ajudar a levar a vida atá ao fim”

Os tarefeiros eram maioritariamente do sexo feminino

Enquanto umas se encarregavam de explicar, aos idosos, os propósitos

As outras avançavam para a limpeza, das coisas que não limpam todos os dias

O ouro, as pratas, o dinheiro

Em pouco tempo se apercebiam das reais intenções dos intrusos

Ficando muito confusos!

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

27
Dez17

Acordo de cavalheiros

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Acordo de cavalheiros

 

 

Os Partidos Políticos decidiram pedir uns presentinhos ao Pai Natal

Na véspera de Natal, à socapa, sem ata da reunião, nem qualquer documento escrito

Pretendem isentar-se do pagamento do Iva, do controlo do seu financiamento, tornando-o ilimitado

Querem voltar às malas cheias de dinheiro, sem que tenham de dar cavaco, seja a quem for

Os Partidos Políticos são insaciáveis, o dinheiro nunca chega!

Têm muitos clientes para satisfazer, muitos filhos para alimentar e todos os portugueses para contentar

As campanhas eleitorais são muito dispendiosas: muitas bandeirinhas, muitas fotografias

Almoçaradas e jantaradas tão necessárias, para encher as salas e as televisões

Há quem se venda por um prato de feijões!

Mas, desta vez, a escandaleira é de tal maneira, que não conseguiram a unanimidade

Eles bem queriam que ninguém desse por nada

Quem é que lhes estragou a jogada?

Na noite da consoada

Vamos ver se Belém deixa passar esta brincadeira

Um pequeno aumento de mais de vinte por cento

Sem qualquer controlo, nem travamento

Não lhes chega os mil euros, quando vivem longe do Parlamento

Ou quando declaram que vivem, mesmo que não seja verdade

Com tanta transparência!

Esta democracia não se aguenta.

 

Bom Ano Novo com menos corrupção

Com ética Republicana e alguma vergonha!

 

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

 

22
Ago16

A nossa medalha

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A nossa medalha

Muitos parabéns para a Telma Monteiro

Conseguiu, com um esforço derradeiro

Fazer vibrar um país inteiro.

Muitos parabéns também, para todos os outros

Submeteram-se a um esforço sobre-humano

Que só a vã glória lhes conseguiu obter!

Numas olimpíadas

Uma competição com um especial elã

Com mais de duzentas nações

Ficar entre os dez primeiros, é muito bom

Quanto trabalho e dedicação

Para se ser campeã!

 

José Silva Costa

 

 

 

 

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