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20
Out22

Castanhas!

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Castanhas!

Castanha-Alimento-6.jpg

Um fruto muito apreciado, mal cheira a outono ou as temperaturas baixam, todos o querem voltar a saborear

Todos os anos, as primeiras castanhas comercializadas são castanhas velhas, não sei por que razão, mas suponho que intermediários ou produtores, quando o preço baixa e não lhes agrada, as enterram ou congelam, para no ano seguinte as apresentarem como novidade

É difícil distinguir se são velhas ou não, parecem ter menos brilho, na dúvida, mesmo os que já foram enganados muitos anos, compram e, mais uma vez, mais de metade vai para o lixo

Este ano rondam o 5 € o Kg, o que quer dizer que ficam a mais de 10 €, para além da revolta de ter sido enganada/o

Não consigo entender o que leva todas as cadeias de distribuição a colaborarem nesta aldrabice

Será que o negócio é muito rentável?

Se fosse obrigatório, como é com o preço, mencionarem a origem e o ano, tudo ficaria mais claro

Espero que a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) investigue este negócio e proponha medidas para acabar com esta especulação, protegendo os consumidores, evitando, que todos os anos sejam enganados, sem possibilidades de se defenderem, porque ninguém lhes garante se são novas ou velhas.

 

José Silva Costa

 

Castanha-Alimento-6.jpg

06
Jun22

Rosas!

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Rosas!

 

Rosas da Primavera

Que o tempo leva

Na flor da vida, uma

Princesa dessa era

Por que o tempo não espera

Vai-se com ele o brilho

Mas fica a sabedoria

De como roda a nossa esfera

Dos encantos passados

Ficam os rebentos, amados

Que darão os frutos

Na bonita idade das flores

Colhê-los, no embranquecer

É a recompensa de tanta dor

É a ajuda para um entardecer

Acompanhado das rosas do futuro.

 

José Silva Costa

29
Abr21

Lua!

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A despedida

 

Hoje, vestiste a mais bela camisa de dormir

Ao teu encanto ninguém consegue resistir

Mal apareceste, já te vieste despedir!

Hoje, as nuvens não conseguiram ofuscar o teu sorrir

Há três noites que não me deixas dormir

Por mais que queira fechar os olhos

O teu brilho consegue os abrir

Fico triste por te ver partir

Mas, viver assim, não ia conseguir!

O meu corpo não ia resistir

Passar as noites a ver-te florir

E, todo eu, a arder, na varanda

E, tu a prenderes-me, como fosses minha ama

Há milhões de anos com a mesma fama!

De todos encantares, seja dentro ou fora da cama.

 

José Silva Costa

 

 

 

03
Jul20

Distanciamento!

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Vidas!

 

 

Translúcido pôr-do-sol no interior de um mar ofegante

Num rasgo, num sopro, num último esforço tudo toma forma espacial

Com flamínia a soprar o fogo verde da origem

De asas no centro do vento

A sina inscrita nas linhas da minha mão

Na curvatura fértil do colo materno da terra onde

No frenesim das horas que engolem os dias

Desvendamos e rasgamos salgadas estradas invisíveis

No vazio imperfeito das suas rotações

Sondamos os astros

Não ouvimos o rio na margem da corrente

Onde gizamos as linhas do destino do sono

Quando o luar trespassa a nudez dos ossos

Sem vermos de onde sopra o vento azul

 As palavras são as veias dos sentidos

Onde arderás na combustão dos tempos

Enquanto nós nos túneis sem saída nos atropelamos

Por todo o lado

Com os corpos sustemos os desmoronamentos das cidades

Nas palavras incendidas

No deserto mar

No fundo dos remorsos

Para afugentarem o travo do tráfico droga armas vidas

Jovens mães carregam os filhos com a ajuda do brilho das estrelas

E bebem a aurora nos transportes suburbanos.

 

 

José Silva Costa

 

 

03
Fev20

O brilho do sol!

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O brilho do sol!

 

Neste dia de maravilhoso sol

Acendemos os corações

Fomos ver o mar

Os teus olhos estavam radiosos

Cheios de mar, sol e lua

Onde os meus navegam e sonham

Saboreámos um dia de primavera, no inverno

Por onde tu passavas, a natureza sorria

Tudo parecia querer agradecer

O brilho do calor deste dia

Ficámos ali a olhar

As ondas a correrem e a dançarem

A participarem na nossa festa

Beijaram-te os pés, e o sol, os lábios

Ficámos os quatro abraçados

Até o sol se despedir

Despedimo-nos das ondas

Unimos os lábios e sorrimos

A natureza anunciava a noite e preparava a cama

Aproveitámos e fomo-nos deitar

A desejar mais dias radiosos.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

 

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