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cheia

cheia

17
Nov19

Vento em flor!

cheia

Margens!

Nas margens das cores

Vamos apanhar as flores

Com beijos, com dores

Resistimos a todos os horrores

As rosas são os teus amores

Nas margens das flores

Regamos o chão, sem furores

Plantamos pétalas nos corredores

Para construirmos elevadores

De beijos e cobertores

Nos nossos sonhos não entram fumadores

Tudo o que queremos são perfumes inovadores

Feitos de pensamentos voadores

Nas nossas margens só queremos valores

Todos somos amadores

Só aceitamos as verdades dos professores

Daqueles que são sabedores

Não de todos os doutores

Há sábios provocadores

Não sabem nada dos que sofrem com dores

Que amassam os dias demolidores

Com sorrisos, esperança e amigos encantadores

Para, um dia, colherem o perfume dos namoradores

O remédio que cura males assustadores

No brilho das estrelas polares

Onde todos os apaixonados constroem sonhos sedutores.

José Silva Costa

          

 

 

 

 

 

 

 

 

 

10
Mar19

Primavera

cheia

Primavera

Aproveitemos a alegria da Primavera

Que está quase a chegar

Para colhermos as papoilas vermelhas e os malmequeres brancos

Respirar o ar puro de todas as cores

Passear e correr no manto multicolor

Com que se veste a Primavera

Recebamo-la de braços abertos

Porque ela é de todas a mais bela

É com ela, que animais e plantas desenvolvem a maior de todas as explosões de vida, cor e alegria

Ninguém fica indiferente aos seus perfumes

E, nem todos conseguem esconder os ciúmes

Por ela amar todos por igual

Sem que tenha rival

Todos os anos nos surpreende com a sua juventude

Airosa, fresca, despenteada, mimosa

De boca de amora

Cabelos de cor-de-rosa

Uma beldade espantosa

Que todos os anos nos namora

Por pouco tempo

Porque todos os anos casa com o vento.

 

José Silva Costa

     

 

 

 

02
Abr16

Lisboa

cheia

Lisboa, para onde vais?

Não te chegues perto do cais

O rio não tem mais sorrisos nem ais

Não sabes se ficas se vais!

O Mundo atrais

Com flores, odores, e que mais?

Com o teu espreguiçar e amanhecer, no cais

No futuro vão ser sempre mais

As flores a querem subir ao cais

De onde os séculos partiram

Para não voltarem mais

Perderam para sempre os teus cais

Aventuraram-se demais

Empurrados pelo brilho dos teus sais

Na esperança de voltarem

A receber mais flores

Sempre, sempre mais amores.

 

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