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cheia

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14
Fev18

Foice em seara verde

cheia

Nove anos

 

Já todos o prevíamos

Mas, ter a certeza faz-nos voltar a Agosto

Quem comete estes crimes não tem coração, nem rosto

Nunca mais devia voltar a ter liberdade

Foi um crime horrendo, sobre uma inocente, flor

É uma dor insuportável, que carregaremos, para sempre

Quem praticou tamanho horror não pode ser gente

Tem de ficar na prisão, para sempre

As lágrimas da menina nunca secarão

Para nos lembrarem quanta dor sofreu o seu coração

Quantas crianças morrem todos os dias, sem que saibamos os seus nomes?

“ Olhos que não veem, coração que não sente”

Tantas vidas ceifadas inutilmente!

No Mundo já mão há gente

Apenas, uma enorme massa inerte, escondida atrás de um tablet

Podem-se cometer as maiores atrocidades, que ninguém as sente

Para todos os que desta vida foram antecipadamente

Pela maldade transformada em gente

Um grito de revolta que perdure, para sempre!

 

 

José Silva Costa

 

 

 

29
Mai17

Os terrorismos!

cheia

Terrorismos!

 

Por todo o lado, por todo Mundo

Os terroristas ferem e matam

Não sabem por que o fazem

Matam e matam-se por matar

Para o Mundo manchar

Para as manchetes, com sangue, manchar

Ninguém tem o direito de, a vida, tirar

Foi-nos, pelos nossos pais, oferecida

É a única coisa que temos!

Temos o dever de cuidar dela

Fazer com ela o melhor que soubermos

Num convivo pacifico com todos os povos

Ajudando-os, a todos, a melhorar os seus dias

Todos, todos os dias até se apagarem

Sem ódios, sem discriminações, sem exclusões

Em comunhão com ou sem religiões

Não! Não precisamos de confusões

Precisamos de soltar toda a solidariedade

Que há em todos os corações

Sem ressentimentos, vinganças ou recriminações

Se estamos divididos por nações

Estamos unidos por emoções

Vamos fazer de todas as diferenças, perdões.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

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