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O mais longo poema sobre o Estado do Mundo escreve-se em língua portuguesa Sexta, 5 Setembro 2003 (17:01)

 

Desde o sítio O Fulgor da Língua, promove esta iniciativa dentro das actividades da capitalidade Nacional da Cultura 2003, de Coimbra Começou a 15 de Maio, e tem data agendada para o fim a 31 de Dezembro de 2003. A iniciativa de escrever o mais longo poema sobre o Estado do Mundo em língua portuguesa pode seguir-se via internet. Estas são as normas desta interessante acção explicadas no próprio web do Fulgor da Língua: [+...] "1.- Escrever/criar, via internet, em motu continuo e verso livre, o mais longo poema colectivo em Português é o objectivo central (histórico!) de O Fulgor da Língua. 2.- O Poema, dividido em dez cantos e compulsando o estado do mundo, está aberto à participação activa de todos aqueles que, espalhados pelos cinco continentes, se exprimam em Português. 3.- Finalizada e consumada a fase inicial –16 de Maio a 30 de Junho – e tendo sido moderados 1266 versos, os versos fundadores do Poema, eis que estão, abertos* e inscritos, na página www.fulgordalingua.com e, igualmente, na base de dados dinâmica que lhe serve de suporte e vai registando os dados e a evolução do trabalho colectivo dos Poetas. 4.- Os versos fundadores – campos matriciais - de O Estado do Mundo foram instalados - ao longo dos dez cantos do Poema a escrever - de acordo com a sua ordem de entrada no servidor do Instituto Pedro Nunes, em Coimbra, entidade responsável pela computação dos dados, sua mecânica e concomitantes registos. 5.- A partir de hoje, todos aqueles que têm dedicado à escrita do Poema muita da sua sagaz atenção, argúcia e saber em poesia feito e também todos os demais (a poesia sempre foi feita por todos!) passam a ter à frente dos seus olhos o Poema, como uma luz acesa (bruxuleante) no seu estado de escrita, logo que acedam, devidamente registados e autenticados, a www.fulgordalingua.com . 6.- Portanto, agora, os versos deixam de estar ligados ao cordão umbilical dos seus Autores (não sem que estes devam, em árduo e atento trabalho, procurar sublimar as suas palavras escritas!) para passarem a agir dentro da ampla comunidade de versos em que se vai movendo ( nascendo!) o Poema. 7.- E, os poetas, passam a reiniciar a escrita do Poema, no interminável jogo (das palavras) do mundo, instalando, directamente nas linhas vazias, as suas propostas de contribuição estrutural (um a cinco versos e um a três espaços , por dia) procedendo, como até aqui, a um breve registo, através do preenchimento do formulário identificador e posterior autenticação mediante endereço electrónico e palavra chave. 8.- Para o exercício desse poder, são disponibilizadas aos Poetas, de acordo com a sua correcta identificação e autenticação de acesso a www.ofulgordalingua.com, formas simples e directas de operação sobre os seus versos. Os Poetas podem escrever novos versos e fazer alterações enquanto estes não encontram o seu lugar na obra comum que é o todo Poema. 9.- Mais uma vez lembramos que O Estado do Mundo não é uma antologia de poesia mas, sim, um poema, novo, a escrever por toda uma comunidade em acção declarativa, devendo os Autores ter em linha de conta que cada verso seu (ou bloco estrófico!) deve sempre conter, em si, a plasticidade bastante para que venha a permitir que (naturalmente!) um outro Autor o venha a preceder versus a proceder. 10.- Salienta-se que a escrita do Poema se estabelece num veloz e contínuo processo de comunicação interactiva, que a sua identidade se vai metamorfoseando - instante a instante - e que, no pleno uso do fulgor da língua, deve configurar o estado do mundo. *os versos começam e terminam – na sua generalidade – em minúsculas. As certificações gramaticais irão sendo feitas a seu tempo." Para saber mais visite o sítio http://www.ofulgordalingua.com/ O Fulgor da Língua e http://www.coimbra2003.pt Coimbra, Capital Nacional da Cultura 2003. Nota: Informaçom eviada por Rui Mendes.

 
 

 

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