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29
Jul21

Mar!

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 O Mar

Mar, mar, tens um doce navegar

Perfumas com a tua maresia o meu olhar

No verão, nas tuas areias, muita animação

São crianças, homens e mulheres a verem a vida a correr

Parados nos teus lençóis de espuma, a navegarem, sem saber

Todos gostam da tua companhia, não se cansam de te ver, todo o dia

Alimentam sonhos, planeiam viagens, recordam outros anos, amigos e amizades

É um tempo de descontração, muitas brincadeiras e bolinhas de sabão

Os namorados, de mãos dadas, olhares floridos, desenham o futuro

As crianças constroem castelos de areia, que fortificam pela vida inteira

És a maior atração, principalmente, no verão

Onde todos encontrarão, um espaço para sonhar e fazer uma reflexão

Em perfeita comunhão, poderiam comprometer-se a construir um mundo melhor

Mas, para isso, tínhamos de abdicar de tanta asneira e bebedeira

De reconhecer que a vaidade não é nenhuma bandeira

Que a vida é uma pequena feira

Onde, todos os dias, compramos mais um dia.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

27
Jul21

Poesia

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Poesia

Associação Portuguesa de Poetas

XXIV Antologia

APP 2020

Nesta excelente obra

Muita poesia podemos saborear

A poesia é como o namorar

As palavras temos de acariciar e beijar

As palavras temos de escolher, para o devido lugar

Nesta obra, poetas e poetizas sabem bem como o fazer

É uma obra que dá gosto ler

Cada verso é um novo ser

Que dá gosto ver

Que não posso deixar de ler

Que me ajuda a mais longe ver

Cada verso é uma nova madrugada a nascer

Que tem um encantador poder

Que nos faz correr

Por um mundo a morrer

Que, de poetas não quer saber

Dizem, que são difíceis de entender

Preferem leituras que digerem

Enquanto, de pé, estão a comer

Não têm tempo a perder

Como se ler poesia não fosse muito aprender!

Para viver não só o virtual

Mas tudo o que o Mundo tem para nos oferecer.

 

Muito obrigado, Caro Amigo Francisco Carita Mata

Por me ter proporcionado, esta obra, conhecer.

José Silva Costa  

 

17
Jul21

Calor

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Calor

Finalmente chegaste!

Sempre, tão desejado

Mas, mal chegas, és detestado

Há quem não goste de ti

Mas, eu nasci contigo

Quando, ao nascer, já aqueces

Sinto e recordo o teu massajar

Tão quentinho, tão bem estar!

Quando és seco, e até às 15 horas continuas a aumentar

Fazendo com que às 11  horas tenha de, uma sombra, procurar

Tão diferente do, que é abafado

Que nos custa a respirar

Já se sabe, que é difícil, a todos agradar

Tenho saudades tuas

Talvez, por raramente nos encontrarmos

Onde nascemos e crescemos marca o nosso ser

Nunca te vou esquecer

Fazes parte do meu amanhecer!

Cada um recorda o que o ajudou a crescer.

 

José Silva Costa

 

 

 

 

09
Jul21

Vacinação

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Vacinação

 

Segunda dose, 06/07/2021, um dia de mais um recorde de vacinação

Um pavilhão desportivo, centenas de pessoas, uma ótima organização

No centro do pavilhão os gabinetes de vacinação

Nas laterais os espaços para esperar pela vacinação e para aguardar por eventual reação

Voluntários para nos ajudarem a preencher o questionário, disponibilizando esferográficas e suportes, onde escrever

Infelizmente, não posso dizer com um sorriso nos lábios, porque não se viam

Mas, posso dizer, que todos tinham aspeto de cansados, mas não lhes faltava um sorriso nos olhos

Uma operação complexa, todos para segunda dose, três marcas de vacinas

Os da AstraZeneca para aqui, os da Pfizer para ali, os da Moderna para acolá

Sempre com modos, muito carinho e alegria

As senhoras da limpeza, sempre, muito atentas, constantemente a limparem assentos, esferográficas……..

As jovens voluntárias, sempre, prontas a ajudarem quem tinha dificuldade em caminhar ou preencher o questionário

Para todos: médicos, enfermeiros, senhoras da limpeza, voluntários, jovens e mais idosos, Polícia Municipal, muito obrigado.

José Silva Costa

 

 

 

 

 

06
Jul21

Brilho!

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Brilho!

 

No brilho do luar

Dançam os teus olhos da cor do mar

Onde descanso o meu olhar

São como barcos a navegar

Que não param de me encantar

Como sou feliz, nos teus barcos, meu amor, adormecer!

Os teus beijos são salgados e sabem a mar

Estrelas, que meus lábios queimam

Como se fosse um lume doce

Que o meu corpo não sacia

Nem que me queimassem noite e dia

Me saciariam

Sem eles a noite é fria

A lua não tem magia

Acaba-se a alegria

Sem eles morreria

A sua chama era tudo o queria

Mas não por um momento ou um dia

Por todos os séculos

Até que um novo mundo nasça

Que todos nos convençamos que só há uma raça

Que o nosso comportamento é a maior ameaça

A que o bem se faça, sendo, para o lume, mais uma acha.

 

José Silva Costa

 

 

 

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