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26
Abr17

Os velhos partidos

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Os velhos partidos

 

Terão os velhos partidos, os dias contados?

Depois do que aconteceu na Grécia, Itália, Espanha, e, no domingo passado, para as eleições presidenciais francesas, em que um dos candidatos que passou à segunda volta, não teve máquina partidária a apoia-lo.

Estarão os eleitores fartos de promessas não cumpridas?

Os velhos partidos meteram os ideais na gaveta, deixaram-se capturar pelo grande capital, pela corrupção, e descuraram a regulação, deixando que a globalização ditasse as regras, criando uma crise, que levou bancos e estados à falência.

Como, na CE, os bancos não podem falir, para não descredibilizar o sistema bancário, o que fez com que os portugueses já tenham pago vinte e um mil milhões de euros, de prejuízos dos bancos, os que mais pagaram, para os bancos, na CE.

São mais vinte e um mil milhões de euros a somar à nossa enormíssima dívida pública.

Ao invés do que aconteceu em 1910, em que a ética republicana não permitia, que os seus defensores se sentassem à mesa do orçamento, fazendo com que alguns morressem à fome, hoje, mal se sentam na cadeira do poder esquecem a ética, e isso fez com que Portugal perdesse muito do dinheiro, que recebeu, da CE, para se modernizar.

Quem é que não viu, milhões de euros para empresas, sindicatos e outros, que se candidataram a fundo perdido, desviados para carros de luxo, casas, etc.

Com esta CE, em que os políticos não ouvem quem os elege, fechando-se nas suas redomas, onde gizam condecorações e mordomias, para distribuírem entre eles, ainda será possível a sua regeneração, fazendo com que os eleitores não entreguem o poder a quem quer acabar com setenta anos de progresso?

 

José Silva Costa

19
Abr17

Eleições

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Eleições 2017

 

Anos de eleições, que maravilha!

Há mais consumo, gastam-se mais uns milhões

Em publicidade, almoços e jantares

Um maior convívio, com bandeirinhas e beijinhos

Surgem, sempre, novas ideias e propostas

Há quem proponha que se desagrupem as Freguesias

Que se criem mais umas, bem como Concelhos

Regiões, para se criarem mais lugares para os “aparelhos”

Ficariam satisfeitos, com uns cinco mil Conselhos

Umas cinquenta mil Freguesias

E umas cinquenta Regiões?

O nosso país não é muito grande!

Mas bem fatiado, dá muitas e boas Regiões

Para albergarem todas as ilusões:

Saída do Euro, políticas patrióticas

Soberania, fronteiras fechadas

Senhores do nosso destino, para não termos de prestar contas

A quem vos paga, os bons ordenados, na corte de Bruxelas

Para podermos gastar à vontade, sem olhar para o défice

Como se não tivéssemos de andar, todos os dias, a pedir milhões

Porque não conseguimos produzir o suficiente, para as nossas ambições

Tudo, maravilhas, que ninguém nos explica, como seriam conseguidas!

 

 

José Silva Costa

 

 

08
Abr17

Educação!

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Férias de finalistas

 

O que é que se passa, para que jovens portugueses destruam um hotel?

O que é que está a falhar na educação das futuras mulheres e futuros homens deste país?

O que podemos esperar destes jovens, como mulheres e homens?

Violência, mais violência, só violência, seja no futebol, nas praxes, nas viagens de finalistas

Temos de nos interrogar e analisar o que está a acontecer com os valores, que estamos a ensinar aos nossos jovens

Estarão os pais a dar os melhores exemplos?

Pais, governantes e professores têm de tentar dar resposta a estas perguntas, por que o pior que podem fazer é fingirem que está tudo bem

O que está a acontecer envergonha-nos a todos.

 

José Silva Costa

 

03
Abr17

Desigualdades

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Desigualdades

 

Em Portugal, o fosso entre ricos e pobres, cada vez é maior

Meia dúzia de agiotas empobrecem todo o país

Merceeiros e corticeiro tomaram conta do dinheiro

São comendadores por terem muitos escravos, a quem obrigam

Que trabalhem, dia e noite, por um salário de miséria

O mais baixo da zona euro!

Com as suas catedrais de consumo, sempre cheias

Iludem os fiéis, fazendo-os pagar os seus supostos atos de benfeitores

Com maratonas, para tudo e para nada

Com o 760…: a última galinha dos ovos de oiro

Não custa nada fazer a chamada

Nem se vê para onde vai o dinheiro!

Utilizam o futebol como ópio

Com uns cêntimos de desconto nos bilhetes, para verem os jogos da seleção

Os adeptos ficam todos contentes e esquecem-se da exploração

O corticeiro, como não tem concorrência, compra ao preço que quer

O produtor não a pode comer, bem pode, de fome, enquanto por melhor preço espera, morrer

Os comendadores, para além de agiotas são muito patriotas

Nem se quer querem dar trabalho às finanças!

Pagam os impostos, nos Países baixos.

 

José Silva Costa

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