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24
Nov14

Interesses vitalícios

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Interesses vitalícios Todos os partidos portugueses, quando se trata de votar privilégios para os políticos, se entendem. Quando toca a dinheiro, não há divergências que os separem! As pensões vitalícias, segundo um estudo feito em janeiro de 2011 por Rui Pedro Antunes, custavam ao país 3,5 milhões. Era apenas um pouco mais do que o que ganhavam 22.311 ( vinte e dois mil trezentos e onze) pensionistas que auferiam a pensão mínima. Como é que 383 políticos recebem mais, só em pensões vitalícias, do que 22.311 pensionistas? Não é por terem descontado mais que os pensionistas, por que se há pensionista que não descontaram, estes políticos , para estas vitalícias pensões, nada descontaram! Como é que muitos podem viver com tão pouco, e poucos com tanto? Depois de terem sido reabilitadas para o orçamento de 2015, tiveram de ser retiradas por ser ano d eleições, coisa que PS e PSD se tinham esquecido. Mas o Bloco de Esquerda porque não tem senadores, lembrou-lhes o pecado que estavam a cometer, uma vez que o não do PCP era como se estivesse a bater palmas, pelo seu regresso, tal como o PP com a sua abstenção. Certamente, voltarão em 2016, porque os senadores estão fartos de dizerem, que as suas pensões não chegam para as despesas, enquanto os que recebem a pensão mínima não sabem o que fazer a tanto dinheiro! José Silva Costa

22
Nov14

...

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A corrupção Corrupção! Jamais O caldeirão da corrupção está em ebulição, reforçaram-no com varas, mas se elas se partirem, lá se vai a nossa reputação, perderemos a trigésima segunda posição, passaremos para a cauda do pelotão. Enquanto os políticos se banqueteiam com o orçamento, os pobres vasculham o lixo à procura de pão. Os autarcas continuam alegremente a gastar o último tostão na natalícia iluminação, para acenderem a ilusão. O BPN tinha uma óptima gestão, só emprestava com garantias na mão, é por isso que teremos de lhe dar tanto milhão. Portugal tornou-se num pântano sem solução. José Silva Costa

21
Nov14

Natal

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O Natal Para a tirania dos números Para o vazio do virtual Para a aridez do atual Para quem não vê o desigual Para quem leva o ano a fazer mal Para quem só se lembra dos outros no Natal Não dê prendas de vil metal Ofereça a todos, por igual A força da sua solidariedade O amor e a fraternidade Mas todos os dias! Porque todos os dias são iguais Nem menos, nem mais Porque todos nos sentimos animais Nem menos, nem mais Temos, é de ser racionais! José Silva Costa

06
Nov14

Vendem

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Vendem-se Meninas Sírias Rodízio, 30/12/13 Por que razão gastam milhões a festejarem as passagens de ano? Brindam aos atentados no Iraque, no Afeganistão, na Rússia, ou em m qualquer outro local ? Festejam a venda de meninas sírias, de doze, catorze ou quinze anos, a velhos de sessenta, setenta ou oitenta anos, que poderiam ser seus avós? As quais encaram o sacrifício como um desígnio de Deus, porque os pais e os irmãos precisam dos quatro mil euros. Quem é que condena estes pais que, num campo de refugiados, desesperados, só lhes resta a virgindade das crianças? Condenem, antes, os abutres jordanos, sauditas, ou de qualquer outra nacionalidade, que se aproveitam da aflição dos que se viram no meio de um guerra civil, sustentada por russos e americanos, por causa do petróleo, como fizeram em Angola, e em tantos outros países, para abusarem de crianças, por uns dias ou meses, porque o fim é satisfazerem os ímpetos sexuais de animais irracionais, aproveitando para as maltratarem, uma vez que elas não correspondem ao que eles imaginaram. Em breve os russos vão explorar o petróleo sírio, para roubarem o que resta de um país destruído, sem se preocuparem com os mortos, refugiados, estropiados, que tempos difíceis, o Mundo atravessa! Mas, não terá sido sempre assim, não fizemos o mesmo há quinhentos anos? Também nós aproveitámos a religião para desbaratar, pilhar, matar povos indefesos. Como veem não nos faltam motivos para brindarmos, ao velho e ao novo ano, gastando muitas toneladas de fogo de artifício, para melhor iluminarmos os nossos crimes, apagando-o com muitos litros de champanhe, vinho ou cerveja. Muito gostamos de correr atrás de foguetes! Que nos importa que milhões de crianças não vão à escola, que trabalhem como escravas, que morram de fome, ou no meio das nossas guerras? Se, mesmo assim, se metem em fracos lenhos, que atiram ao mar, para às nossas terras chegarem, para admirarem o nosso fogo de artifício e com o nosso vinho se embebedarem! Formosa Europa, por muitos admirada e cobiçada, e por nós , um pouco mal tratada, abandonada, para muitos madrasta, e poucos mãe. Tanta desigualdade e insensibilidade! Não teremos, todos, direito a uma vida digna, pelo menos, com trabalho e pão? José Sila Costa

06
Nov14

o último Continente

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29/05/2014 A negra e tórrida África Por ódios e guerras, atravessada Em chamas e raptos, lançada Ninguém consegue viver sem pão e esperança Com a vida, sempre, na ponta da lança Todo o Continente foge e avança Em direção ao condomínio fechado Que está em perigo, mesmo estando, por água, guardado E em Mellila, colónia espanhola, por arame farpado É mais que tempo de fazer qualquer coisa, com agrado Já chega de assistir a tantas mortes e olhar para o lado Como se as vidas dos outros não tivesse o mesmo valor Das dos que vivem no Continente desejado! Oxalá a Primavera Árabe traga sementes de progresso, igualdade, fraternidade Que podem levar muitos anos a germinar Mas, quando há uma mudança Quase sempre renasce a esperança. José Silva Costa

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