Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2014

6 milhões em 6 dias

Gastámos seis milhões em seis dias, em luzinhas e pistas de gelo em todas as esquinas. As Câmaras continuam a gastar dinheiro como se não estivessem falidas, hipotecadas, com bens arrestados! Mas, o que os munícipes gostam mesmo é de luzinhas, fogo de artifício e pistas de gelo. Com essas ilusões nem se indignam de passarem vinte e quatro horas nas urgências dos hospitais. Preferimos torrar o dinheiro em coisas inúteis, a aplica-lo em coisas indispensáveis, como saúde ,educação, etc.

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Sábado, 27 de Dezembro de 2014

Milhões

Arquivaram os submarinos, fechando-lhes as Portas, submergiram ! Mas ficámos a saber mais qualquer coisa. Horta e Costa, que já tinha dado provas de bom gestor, no caso dos Correios de Coimbra, recebeu, com outro colega, 16 MILHÔES, para quem foram os outros 12 MILHÔES? Mais uma vez, temos de agradecer a Portas, ter ultrapassado as suas competências, para beneficiar o seu eleitorado: reformados, agricultores, pescadores, poupando-os ao sacrifício receberem ainda maiores reformas! Na Alemanha, um país onde a justiça funciona, provaram ter havido corrupção na venda dos submarinos. E, em Portugal, também foram contemplados com 28 MILHÔES, mas quem?

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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2014

Os indultos

O espetáculo dos indultos! A ministra da justiça enviou para Belém, não os reis magos, mas dezenas de processos. Espalhou-os, e os intervenientes , à falta de que fazer, riram para as câmaras de televisão, brincaram ao faz de conta, como se fossem criancinhas de poucos anos, e os processos fossem bonecas e carrinhos! Continuam a fazer de conta que governam o país.

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Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2014

Público/privado

A promiscuidade entre o público e o privado. O Mota Soares anda a minar o Serviço Nacional de Saúde, a favor das misericórdias. O dinheiro dos contribuintes não deve ser enterrado em instituições privadas, cujos provedores não respondem pelo direito público. Não precisamos de caridade, mas de hospitais ,escolas, creches públicas, onde os dirigentes respondem perante os eleitores, e não fecham os serviços, por morte do provedor, como aconteceu em Sintra. Numa manhã, sem que tenham avisado os utentes, afixaram um aviso, e os pais bateram com o nariz na porta, ficando com os filhos nos braços, sem poderem ir trabalhar. Portanto, os privados não devem viver do dinheiro dos contribuintes.

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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2014

Natal

Quando nasce uma criança: É o Natal a chorar É o presépio a cantar É uma Estrela no altar É o Mundo que avança É a Natureza que dança É a esperança que nasce É o amor que renasce É o amanhecer de um sorriso É o florir de um grito É uma flor sem idade É um presente à humanidade É o futuro, é a alegria É um raio de luz É a maior magia. José Silva Costa

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Sábado, 13 de Dezembro de 2014

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Maior poema na Net escrito em português 2003-05-13 Poetas de todo o mundo, independentemente das suas línguas maternas mas que se exprimam em Português, podem, em verso livre, entrar numa aventura poética online. Isto é, no espaço virtual, em www.ofulgordalingua.com, poderá nascer, de 15 até 31 de Dezembro, o maior poema do mundo. É esta a matriz do projecto O Fulgor da Língua Portuguesa, ontem apresentado em Coimbra, no âmbito da Capital da Cultura, que divide a parceria deste projecto com o Instituto Pedro Nunes (Associação para a Inovação e Desenvolvimento em Ciência e Tecnologia). A criação do poema colectivo, com versos inéditos, via Internet, em acto contínuo é, pois, a aventura imprevisível. Como funcionará, então, o processo criativo? Existem duas fases: na primeira, até 15 de Junho, cada autor procede inicialmente ao preenchimento de um formulário identificador e indicará os versos (cinco por dia e por autor), usando o seguinte endereço electrónico: opoema@ofulgordalingua.com. Nesta fase, os moderadores António Pedro Pita (investigador e doutor em Filosofia Contemporânea) e Rui Mendes (poeta), encarregar-se-ão de dar um fio condutor, validando ou rejeitando os versos propostos, os quais serão depois elencados no poema a colocar no portal www.ofulgordalingua.com. (cujo pórtico de entrada possui excertos do Sermão da Sexagésima, do Padre António Vieira). A avaliação dos versos transmitidos será feita até ao dia 30 de Junho. Na segunda fase (a partir de 1 de Julho), os poetas terão acesso a uma base de dados interactiva, escrevendo, já, os seus versos no próprio poema, estruturado em cantos, adoptando-se, assim, o cânone camoniano de Os Lusíadas (as entradas no poema continuarão a ser num máximo de cinco versos e três espaços, por dia e por autor). Os poetas devem observar, no entanto, como linha temática unitária, o enunciado de «O Estado do Mundo» _ título sugerido para este poema. Encontrada a súmula do mesmo, o gigantesco texto será editado em livro e cada autor terá direito a um exemplar em CD-ROM. Para o poeta Rui Mendes, esta é uma oportunidade soberana para «fazer ao mesmo tempo uma homenagem à língua portuguesa com uma visão multicultural do mundo». Pedro Pita sustenta ainda que esta aventura «da qual nem nós próprios apreendemos os seus limites e as suas fronteiras, tem como base uma metáfora que diz muito a Portugal, isto é a viagem, a navegação... só que desta vez na Net, numa constelação transpoética e transcultural». O texto final, imprevisível, gigantesco, dará um livro interminável: o maior poema do mundo, escrito em português, com chancela da Coimbra Capital Nacional da Cultura. In "Diário de Notícias" Imprimir Imprimir Envie este artigo a um amigo Envie este artigo a um amigo

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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2014

violência doméstica

Violência Doméstica O que se passará? Para matarmos as nossas companheiras Deixando os filhos ao deus dará! Somos animais racionais? É que os outros não matam as companheiras E, se alguns comem os filhos Não os deixam ao deus dará! Matamos muitos animais Mas, matarmos os nossos iguais! Não parece de animais Quanto mais de racionais! Não pensamos no sofrimento que causamos Matamos as nossas mulheres! Como quem mata porcos! Com que direito matamos? Se a vida do outro não nos pertence! Somos responsáveis pela continuação da espécie Assim, temos a obrigação de criarmos os filhos Não, os outros não nos pertencem! São donos dos seus destinos Esse enraizado pensamento Que as mulheres e filhos são objetos Está ultrapassado, e sempre esteve errado! José Silva Costa

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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2014

Violência

Violência Doméstica O que é que se passará? Para matarmos as nossas companheiras! Deixando os nossos filhos ao deus-dará! Somos animais racionais? É que os outros não matam as companheiras E, se alguns comem os filhos Não os deixam ao deus-dará! Matamos muitos animais Mas, matarmos os nossos iguais! Não parece de animais! Quanto mais de racionais! Não pensamos no sofrimento que causamos Somos tão egoístas, que nem em nós pensamos Com que direito matamos? Se a vida do outro não nos pertence Somos responsáveis pela continuação da espécie Assim, temos a obrigação de criarmos os nossos filhos Não, os outros não nos pertencem, mesmo que sejam mulheres e filhos! Todos são donos dos seus destinos Esse enraizado pensamento, que as mulheres e filhos são objetos! Está ultrapassado, e sempre esteve errado. ei filhos são objetos

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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2014

Público e Privado

Passos não conseguiu privatizar a RTP, mas vai aproveitar os últimos meses do mandato, para acabar com ela. Cortou-lhe o subsídio estatal, o que acho bem, mas não deixa administração procurar equilibrar as contas, porque é contra tudo o que seja público, e não sei senão está a ceder a pressões das privadas! Se pagamos uma contribuição para o áudio, por que razão seremos obrigados a ver a casa dos degredos? Se pagamos impostos para termos um serviço nacional de saúde e ensino público. por que razão temos de financiar os privados? Só nos serviços públicos cabem todos, bem ou mal, mas, cada vez mais mal, porque os estão a descapitalizar, para justificarem os privados. Mas, quando um utente dá entrada num hospital privado, e não tem meios para pagar o tratamento, mandam-no para um hospital público. Estão a acabar com a segurança social, para beneficiarem as misericórdias, mas as misericórdias regem-se pelo direito privado, como lembrou um provedor, o que faz com que utilizem o dinheiro dos contribuintes, como bem lhes apetecer! Assim, ao público o que é público, para o privado o que é privado.

publicado por cheia às 11:43
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